quarta-feira, 29 de abril de 2009

Shows do Aip! em maio

Dia 02 de maio, às 22 horas
Splash Rock Bar
Rua Padre Ildefonso, 64
Metrô Tietê, São Paulo

Dia 16 de maio às 22 horas
Killer Queen Rock Bar
Avenida Salgado Filho, 2253 (esquina com a Avenida Suplicy)
Guarulhos

Dia 17 de maio às 21 horas
To a Toa
Rua Honório Maia, 184
Tatuapé, São Paulo

Dia 29 de maio às 22 horas
M868 Rock Club
Avenida Álvaro Ramos, 868
Belenzinho (próximo ao Metrô Belém e ao Sesc)
São Paulo

sábado, 25 de abril de 2009

Show do Aip! dia 2 de maio no Splash Rock Bar

Show Aip! no Splash Rock Bar
Dia 02 de maio, 22 horas
Rua Padre Ildefonso, 64
Metrô Tietê
São Paulo - SP
***
Compareçam!

Quando aves colidem com prédios

Pesquisas indicam que, só nos ESTADOS UNIDOS, mais de 100 milhões de aves morrem por ano depois de colidir com prédios de todos os tipos, diz a SOCIEDADE AUDUBON.
E alguns pesquisadores acreditam que esse número talvez chegue a quase 1 bilhão! Mas por que essa colisão? O que pode ser feito para impedí-las?
As aves geralmente só conseguem ver o que está do outro lado do vidro, como o céu e plantas. Em resultado disso, acabam colidindo com toda força. Talvez por virem plantas ou locais onde pousar.
Vidros laminados ou espelhados também causam problemas, pois de determinados ângulos, refletem o céu ou paisagens e acabam colidindo por ir buscar tais paisagens. Elas morrem até mesmo em santuários para aves e em refúgios para a vida selvagem ao colidir com vidros nas instalações de tais lugares.
O DR. DANIEL KLEM JR., ornitologista e professor de biologia, acredita que mais aves morrem por colidir com janelas do que por qualquer outra causa relacionada a atividades humanas - exceto talvez por causa da destruição do habitat delas.
Algumas aves são especialmente propensas a colisões. A maioria dos pássaros canoros migratórios, por exemplo, voa para seu destino á noite e se orienta, em parte, por meio das estrelas. Em resultado disso, eles talvez fiquem confusos com as luzes brilhantes de prédios altos.

Fonte:
Espaço Blogger

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Fotos do Aip! no Vitrola Rock Bar III



Fotos do Aip! no Vitrola Rock Bar II





Fotos do Aip! no Vitrola Rock Bar I





Morrissey critica consumo de carne e sai do palco em festival

Durante sua apresentação na última sexta-feira (17/04) no Festival de Coachella, Estados Unidos, Morrissey reclamou do cheiro de carne assada que vinha das barraquinhas e saiu do palco por alguns minutos.

“Eu posso sentir o cheiro de carne queimando e, por Deus, espero que seja humana”, disse ao público o ex-vocalista dos Smiths, informa a revista New Music Express. Morrissey, que é vegetariano, saiu do palco e voltou logo depois. “O cheiro de animais sendo queimados está me fazendo mal. Eu não consegui suportar”, explicou.

Apesar do incômodo, o cantor continuou o show e apresentou não só músicas de sua carreira solo, mas também alguns sucessos dos Smiths, como “Ask me” e “How soon is now”.

Fonte:
Cifra Club

Enchentes em SC ’são reflexo de mudanças na Amazônia’, diz ‘Clarín’

Sistema de formação de nuvens e chuvas na floresta foi alterado, diz jornal argentino.

As enchentes em Santa Catarina, que mataram dezenas de pessoas e deixaram milhares desabrigadas, são sinal de que o impacto do aquecimento global sobre a Amazônia já está tendo um reflexo sobre o clima da América do Sul, diz artigo na edição desta terça-feira (25) do jornal argentino, “Clarín”.
“Começa então a se cumprir, muito antes do previsto, o que vêm advertindo os cientistas, entre eles os do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas. (…) As mudanças na floresta amazônica, em conseqüência do aquecimento global e da ação destrutiva do homem, já começaram a se fazer sentir no Cone Sul”, diz o diário.

“As tempestades em Santa Catarina, simultaneamente às fortes secas no Chaco, em Buenos Aires, La Pampa, Santa Fé e Córdoba” são citados pelo artigo como reflexos de mudanças na Amazônia.

O Clarín ouviu dois especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) para explicar o fenômeno.

Segundo o jornal, “o físico Antônio Ozimar Manzi afirmou: ‘Esta zona (que inclui a selva no Brasil e mais outros oito países da região) é a principal fonte de precipitações na região’. E tudo o que acontecer modificará de maneira decisiva o clima no sul e no norte da América do Sul”.

Paulo Artaxa, também ouvido pelo jornal argentino, explica que “no céu da Amazônia há um sistema eficaz de aproveitamento do vapor d’água (…) mas a fumaça dos incêndios florestais altera drasticamente este mecanismo: diminui a formação de nuvens e chuvas em algumas regiões e aumenta as tempestades em outras”.

O Clarín conclui que “não é de se estranhar fenômenos como as inundações de Santa Cataria quanto a seca no norte, centro e leste da Argentina”.

“Não são castigos divinos, mas bem humanos.”

Fonte: G1

domingo, 12 de abril de 2009